domingo, 27 de abril de 2008

De tragédia a espetáculo.

O caso Isabella está, finalmente, perto do fim. Não me sinto aliviada só porque os verdadeiros culpados serão presos, como já havia escrito em posts anteriores, e sim porque, aqueles que se dizem "tocados" por tal barbaridade, perderão o foco das cameras que se voltam para o caso. Sabe-se que a morte de uma criança, como qualquer outra pessoa, é um crime fatal. Mas o espetáculo que se tem feito em cima desse assassinato, tem se tornado um verdadeiro circo, onde os principais espectadores somos nós.
Hoje ao assistir a reconstituição do crime, fiquei assustada. Assustada não pelos passos seguidos pelos peritos, e sim, pelo aglomerado de pessoas que se encontravam em frente ao edíficio London. Muitos curiosos utilizaram a presença da mídia para conseguir um espaço na televisão. Outros usaram a situação para arrecadar dinheiro, e até mesmo, fazer propagadas.
E é observando situações parecidas com esta, que eu me pergunto: Existe sentimentalismo real por parte de algumas pessoas ou no Brasil, uma morte já virou parte de um grande espetáculo?

Acorda Brasil!

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Mais VIOLÊNCIA, não!




Os anos estão passando e a violência não diminui. Os governantes deste país vêm tentando dar um jeito neste problema, que no Brasil, já não parece ter mais solução, mas " tanto esforço" anda sendo inválido.


Só no Recife o número de assassinatos, neste ano, aumentou. Pior ainda, é o número de mulheres assassinadas no Estado. No ano de 2008 o número já passa de 77, passa! Esse já não o número exato. Neste final de semana foram contabilizadas 5 mortes de mulheres nos bairros mais humildes do Recife. O mais impressionante deles, com toda certeza,o assassinato de uma mulher que havia acabado de receber seu salário,e ao chagar no bairro onde residia, nos Coelhos, foi assassinada brutalmente. O que mais m chocou neste caso, foi exatamente o descaso da população diante de tal brutalidade. As pessoas que se encontraram no local nada fizeram quando viram q eu a gente passava por tal brutalidade.


No momento exato do crime, crinaças brincavam em uma piscina e homens bebiam em um bar, o criminoso após assasinar mulher, fugiu , e as pessoas que se encontravam no local, apenas se aglomeraram em volta do corpo, deixando, sem mita preocupação, o assassino fugir.


É incoformante como a sociedade esta se acostumando com a violência no nosso Estado. Os bairros humildes são os mais atingidos por tal descaso, os moradores não se preocupam se amanhã podem ser um deles, apenas figem que nada aconteceu, e nem sempre procuram conribuir paraque a polícia possa realizar seu trabalho. O que, muitas vezes, não lhe dá o direito de cobrar atitudes das autoridades.




Acorda Brasil!

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Casal dá entrevista e continua afirmando inocencia


Televisões ligadas em todo o país. Os brasileiros passaram a noite deste último domingo em suas casas com o único intuito de encontrarem em palavras, melhores esclarecimentos ou até mesmo confissões, sobre a morte da menina Isabela.

Mas, acredito eu, que tanta espera não obteve muito retorno. Os suspeitos, e agora indiciados, Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, deram uma entrevista na deste domingo a Tv Globo, especificamente para o programa Fantástico, e não tentaram esclarecer nada. A cada pergunta feita, o casal procurava fugir das respostas e a todo o momento tentavam deixar claro que amavam a menina, que ao contrário do que se falava, eram uma família feliz. Alexandre repetiu diversas vezes que a menina Isabela era sua vida, que agora tudo tinha acabado para ele, mas a frieza estava presente em seu olhar. Em nenhum momento escorreram lágrimas de seus olhos. Já Ana Carolina, chorava muito, dava respostas mais coerentes ao entrevistador, buscava sempre ajudar o marido a responder tudo com muita clareza.

Nenhuma prova apresentada pela polícia foi confirmada, os suspeitos negaram, com muita firmeza, que não houve briga dentro do apartamento, que Isabela saíra do carro dormindo e em perfeito estado de saúde. Alegaram ainda que não foi usado nenhuma fralda para estancar sangue da cabeça da menina. Continuaram confirmando o relato de que havia uma terceira pessoa no local do assassinato , e que essa pessoa tinha entrado no apartamento e jogado Isabela , enquanto Alexandre decia para ajudar a esposa. Alexandre ainda comentou que fez uma promessa no caixão da filha na hora do velório: Ele não sossegaria enquanto o culpado não fosse preso. Nós também não sossegaremos enquanto a justiça não for feita. Se o casal for realmente culpado pela morte de Isabela, como está sendo noticiado e apontam as provas, a promessa de Alexandre será cumprida, e com toda certeza Isabela descansará em paz.


.:Amanhã a tarde o pai de Alexandre e a irmã vão a delegacia prestar depoimentos.:


sexta-feira, 18 de abril de 2008

Seguindo os passos...


No dia de hoje, 18 de Abril de 2008, a menina Isabela completaria mais um ano de sua vida, mas a data não está sendo marcada por comemorações, e sim por depoimentos que podem ser decisivos na resolução do caso. O casal Alenxandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, estão nesta tarde prestando depoimento no 9° Dp de São Paulo, onde o movimento é grande. Pessoas estão chegando a toda hora no local para protestar o assassinato da menina, algumas até fantasiadas. Pedidos de paz aparecem durante as manifestações dos curiosos, muitas pessoas levam bolos para a comemoração do aniversário de Isabela.
A saída do casal do casa do pai de Alexandre foi bastante movimentada, houveram protestos contra o casal, onde a polícia teve que intervir para que não houvesse violência no local. Ana Carolina ao sair da casa, chorava bastante, enquanto Alexandre parecia bastante assustado.
Outras provas foram encontradas dentro do apartamento. Uma tolha e fraldas foram analisadas pelo instituo do médico legal, e foi confirmado que o sangue contido nos objetos era de Isabela, o que vem a complicar mais Alexandre e Ana Carolina. Os investigadores do caso esperam que depois dos depoimentos de hoje, possa se achar a solução para o crime. Os principais suspeitos continuam sendo Alexandre e Ana Carolina, a possibilidade de um 3° suspeito foi totalmente descartada hoje pela polícia. Supõe-se que o crime ocorreu por que Isabela teria derrubado o irmão mais novo , irritando Ana Carolina, que a espancou, após perceber que a menina estava desfalecendo, Ana Carolina avisou a Alexandre que havia matado Isabela, e eles acharam como solução jogar a menina pela janela. Mas nada disso ainda foi confirmado, sabe-se apenas que Isabela foi asfixiada, e que foi jogada por alguém pela janela pelas mãos, e não pelos pés , como acreditava-se. A polícia diz também que o sangue encontrado nas roupas do casal são de um corte feito na testa da menina, enquanto ainda estava viva. Outra prova muito forte que encrimina Alexandre é uma pegada encontrada no colchão que pertencia ao quarto dos meninos, que foi de onde Isabela foi jogada. A polícia investigou todos os pares de sapatos que se encontravam dentro do apartamento, e a pegada do colchão coincidiu justamente com uma sandália que pertece a Alexandre.

Todos os indícios continuam em cima do casal, nós, que estamos acompanhado o caso todos os dias, com o coração partido pelo assassinato brutal da menina, esperamos que a justiça seja feita.

prostesto!
.: Delegado Aldo Galeano anunciou às 17:51, que Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá serão indiciados por homicídio. .:

quinta-feira, 17 de abril de 2008

O Início. - A barbaridade -


Há alguns dias, enquanto assistia televisão, me deparei com um crime bárbaro que aconteceu em São Paulo. A morte da criança Isabela, de apenas 5 anos,chocou o país. E foi pensando justamente nisso, que senti a necessidade de criar este blog para "descarregar" aqui toda a minha angústia, ira e principalemente, meu protesto para que pessoas que cometem crimes tão absurdos possam ser punidos por tamanhas maldades. Sou estudante de Jornalismo, e desde criança sinto correr no sangue essa vontade de ajudar a mudar o mundo, de ser mais útil para os seres humanos, de não ser mais uma que vê coisas terríveis acontecerem, e que vivendo no meio de tamanha maldade, finjo que nada aconteceu.


Como estamos acompanhando na televisão, o caso Isabela, está perto do fim. E realmente, assim esperamos. Esperamos principalmente, que esse não seja mais um caso sem solução no Brasil, pois os indicios são claros, não culpo ninguém , até porque sou uma mera estudante de jornalismo que está observando o caso de longe, mas o que está sendo mostrado pelos veículos de comunicação esclarece: os principais suspeitos são os próprios pais. Alexandre Nardoni e Ana Carolina Nardoni são casados e têm dois filhos, um menino de 3 anos, e outro que hoje completa apenas 1 aninho. O casal vive num bairro classe média alta de São paulo, e nesta última semana vêm sendo cercado de repórteres e curiosos, que como eu, procuram apenas uam resposta: O porque da morte de Isabela. O casal está sendo investigado, e são apontados como os principais suspeitos, seguindo por vários indicios que os encriminam. Alexandre conta que o casal, os dois filhos e Isabela, foram ao supermercado na noite do crime e ao voltarem, tarde da noite, as crianças já dormiam. Então, ele subiu primeiro com Isabela no colo, a colocou na cama, acendeu a luz de seu abajúr, fechou a aporta de seu quarto e desceu em seguida para buscar a mulher e seus outros dois filhos. Ao subirem, o casal afirma que a porta estava aberta , a luz do quarto da menina Isabela acesa, e a criança não se encontrava mais lá. Ao olhar para janela, Alexandre afirma que viu a grade de proteção cortada , e quando colocou a cabeça pelo buraco, avistou o corpo de Isabela no chão. Provas contradizem o casal, apontam eles como principais suspeitos, pois não foram encontradas provas dentro do apartamento que dessem indicios de que havia uma terceira pessoa naquela noite no apartamento.


A morte de Isabela está mexendo com o todo o país. A sociedade espera que os culpados por tal barbaridade sejam punidos, sendo eles o casal ou não.


.: No decorrer do caso será escrito aqui todos os passos dados pela polícia, até que chegue o desfecho final .: